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Índice que corrige o aluguel avança para 0,68% em outubro

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,68% em outubro, informou nesta quarta (30) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Avanço veio após duas deflações seguidas, de 0,01% em setembro e 0,67% em agosto.

Com este resultado, o IGP-M acumula alta de 4,79% no ano e de 3,15% nos últimos 12 meses. Em outubro de 2018, o índice havia subido 0,89% no mês e acumulava alta de 10,79% em 12 meses.

O IGP-M é usado como referência para a correção de contratos, como os de aluguel de imóveis.

Em 2019, o IGP-M registra ainda alta acima de outros índices de inflação. No acumulado no ano até outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acumula alta de 2,69%. Em 12 meses, a taxa é de 2,72%.

Com peso de 60%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,02% em outubro, após queda de 0,09% em setembro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 0,17% em outubro, contra -0,15% no mês anterior. A principal contribuição para o resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de -2,41% para 4,36%.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou de -0,36% em setembro para 1,72% em outubro. Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (-6,86% para 1,58%), milho (em grão) (0,38% para 8,08%) e laranja (-0,31% para 9,97%).

Com peso de 30% no IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou -0,05% em outubro, após queda de 0,04% em setembro. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram recuo. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (0,36% para -0,21%), com destaque para o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou 1,28% para -2,07%.

Em contrapartida, os grupos Alimentação (-0,80% para -0,36%), Transportes (0,05% para 0,22%), Despesas Diversas (0,04% para 0,26%), Vestuário (-0,05% para 0,16%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,21% para 0,24%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Os maiores avanços foram observados para os seguintes itens: hortaliças e legumes (-13,53% para -6,18%), gasolina (-0,53% para 1,00%), cigarros (0,02% para 0,43%), roupas (0,00% para 0,29%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,27% para 0,10%).

Com os 10%, restantes, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,12% em outubro, ante alta de 0,60% no mês anterior. (Fonte G1).

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