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RETICÊNCIAS: As lágrimas de Bolsonaro

Essa semana Bolsonaro chorou publicamente. O homem forte, que se orgulha de seu histórico de atleta, não suportou as pressões e mostrou seu lado mais humano. As lágrimas que escorreram no sulco do rosto do capitão, visivelmente envelhecido após a posse em janeiro de 2019, carregam um misto de esperança e injustiça, amparado pela consciência da correção de seus atos, mas afrontado por um sistema que há anos se locupleta dos cofres públicos e hoje se vê ameaçado.

Jair Messias tem sido atacado de forma covarde pela oposição, imprensa e Poder Judiciário. Diante da retomada do crescimento econômico, com a redução do desemprego e os índices de confiança dos investidores internacionais impulsionando esse novo Brasil, o foco dos opositores passou a ser o de vincular a imagem do presidente ao assassinato de Mariele, com ilações que logo se mostraram falsas, mas geraram um grande desgaste emocional. Pós-pandemia, os ataques foram com notícias falsas e falas distorcidas que induziam a população a acreditar em um descaso do presidente com a Covid-19. Hoje podemos ver que se confirmam as previsões de Bolsonaro sobre o caos na economia com o isolamento e as consequentes mortes atribuídas a fome estampando os jornais, além de outras constatações que nos mostram que, se o STF tivesse permitido a gestão da crise sanitária pelo governo federal, teríamos impactos bem menores no número de mortes e no resultado do PIB.

Mas a lágrima de maior pesar do presidente foi pelo descaso de pessoas confiadas por ele e que tinham condições de avançar nas investigações, mas ignoraram pontos importantes da tentava de assassinato de Bolsonaro. Como pode um “lobo solitário” e pobre, como Adélio Bispo, se inscrever em um clube de tiros em SC onde frequentava um filho do presidente? Como pode um “maluco”, conforme laudo que o livrou da prisão, ter três celulares e um notebook e ficar hospedado em um hotel por alguns dias, sem dinheiro? Como pode, justamente na tarde da facada, seu nome aparecer na Câmara dos Deputados como visitante? Como pode, pouco tempo após o atentado, advogados renomados de São Paulo já estarem em Juiz de Fora para defendê-lo, pagos por uma igreja?

O fato é que se tivessem investigado o atentado a Bolsonaro como fizeram no caso Mariele, nós já teríamos alguns personagens presos, porém, diante dos rumores sobre esse crime, teremos um grande escândalo deflagrado em breve e, aí, as lágrimas que hoje são de desabafo, serão de alegria de quem tem a consciência de estar do lado certo da história…

Eder Boaro – Instrutor Master Mind e colunista político

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