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Juiz do Paraguai ordena que investigação sobre Ronaldinho continue

O juiz Mirko Valinotti rejeitou nesta sexta (6) o pedido do Ministério Público para que Ronaldinho Gaúcho e o irmão, Assis Moreira, deixem o processo sobre os passaportes paraguaios adulterados. No entanto, os dois estão livres para sair do Paraguai e voltar ao Brasil.

Na quinta-feira, o MP paraguaio decidiu não acusar formalmente Ronaldinho Gaúcho e irmão após os dois “reconhecerem o erro” — tal instrumento, chamado de “critério de oportunidade”, existe na Justiça Paraguaia. Mesmo assim, após ouvir os dois irmãos por mais de seis horas, o juiz Valinotti determinou que a Procuradoria-Geral do país continue a investigação sobre o caso.

Segundo o GloboEsporte.com, somente depois de 10 dias o Ministério Público poderá emitir um novo parecer sobre o caso: ou para manter a sugestão de não processar Ronaldinho e o irmão ou para apresentar uma acusação formal contra os dois.

Até a última atualização desta reportagem, não se sabia quando Ronaldinho e Assis retornariam do Paraguai para o Brasil.

Ronaldinho Gaúcho e Assis são investigados pelas autoridades do Paraguai desde quarta-feira por entrarem no país com passaportes e carteiras de identidade paraguaias adulteradas. Os dois confirmaram que receberam os documentos, mas o MP local entendeu que ambos “foram enganados em sua boa fé”.

Um empresário brasileiro identificado como Wilmondes Sousa Lira foi preso acusado de ter fornecido os documentos a Ronaldinho e ao irmão. Além dele, as titulares dos passaportes originais — duas mulheres paraguaias — também foram detidas.

Nesta sexta, o juiz Mirko Valinotti decidiu pela prisão de Sousa Lira em presídio paraguaio — segundo o jornal “ABC Color”, o magistrado considerou que há perigo de fuga. As duas paraguaias detidas ficarão em prisão domiciliar.

De acordo com o promotor paraguaio Federico Delfino, existia um processo de naturalização no Paraguai aberto para Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis Moreira. Segundo ele, o procedimento corria à revelia dos dois brasileiros.

Ainda segundo Delfino, o esquema também envolve um funcionário público paraguaio, que teria apresentado uma série de documentos à Direção de Migração do Paraguai para naturalizar os dois irmãos.

Ao envolver órgãos oficiais paraguaios, o caso se ampliou no país. Na quinta-feira, o diretor geral da Direção de Migrações, Alexis Penayo, pediu demissão do cargo e criticou o Ministério do Interior pela demora na resolução do caso envolvendo Ronaldinho Gaúcho. (Fonte G1).

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