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FPA e MEC discutem formas de incluir a importância do trabalho do campo no ensino

A Frente Parlamentar da Agropecuária e o Ministério da Educação discutiram na manhã desta quarta (2) em reunião virtual, como a escola influencia a formação das crianças, na construção e desconstrução de “preconceitos”.

A preocupação dos parlamentares da Frente são relativos a livros e ou materiais que estão sendo utilizados que tratam por exemplo do desmatamento e da desapropriação de terras indígenas, onde os produtores rurais saem como vilões.

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A Frente sugeriu a criação de um comitê  dentro do Ministério da Educação para acompanhar e fiscalizar o teor desses materiais que são distribuídos para as crianças. O comitê servirá também para fazer sugestão de como tornar a educação mais realista e inclusiva, especialmente no trabalho rural, principal fonte econômica do nosso país.

Para o deputado federal Celso Maldaner, coordenador da comissão de agricultura familiar, é preciso reforçar o acesso à educação aos agricultores familiares e seus filhos, aumentar a educação no campo para evitarmos a evasão para a cidade e especialmente, valorizar o homem do campo, reconhecendo o seu valoroso trabalho em livros e com isso, proporcionar as crianças o conhecimento de histórias reais, elencando a importância do trabalho do homem do campo.

“É o trabalho mais importante que temos. São os produtores rurais que seguram a economia do nosso país e levam alimento na mesa de todos os brasileiros”, destacou. O MEC adiantou ser favorável à criação do comitê.

 

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