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Distensão muscular: saiba o que é, como prevenir e qual o tratamento

Você sabia que a ruptura de fibras musculares pode ocorrer em atividades do cotidiano, como subir escada ou levantar uma caixa pesada? Isso ocorre pelo excesso de carga no músculo ou nos tendões e porque a musculatura é alongada além de sua capacidade. A lesão provoca dor muscular aguda, fraqueza, limitação de movimentos, deficiência na flexibilidade e dificulta a prática de exercícios físicos ou de tarefas rotineiras.

A distensão muscular ou estiramento ocorre quando o músculo é exigido muito além de sua amplitude, o que resultada no rompimento de algumas ou várias fibras musculares ou ainda de vasos sanguíneos que irrigam essa determinada área. Em graus extremos pode haver a ruptura completa do músculo, necessitando cirurgia”, explica o médico ortopedista e traumatologista, Joaquim Reichmann ao complementar que a lesão pode ocorrer em diversas partes do corpo.

Exemplo disso é quando um jogador de futebol chuta a bola. Sua coxa se contrai com o movimento e os músculos da parte de trás da perna devem ter comprimento suficiente para acompanhar o avanço do membro inferior ou causará estiramento. Outra situação é levantar uma carga pesada de maneira brusca, que pode resultar em uma contusão nas costas pela repentina contração, seguida de força e intensidade.

Estão mais vulneráveis a ter distensão muscular: pessoas sedentárias, atletas de fim de semana, iniciantes que estão desenvolvendo o condicionamento físico, idosos (pela perda de proteína e colágeno) e pessoas com músculos curtos e fortes. Também é necessário estar atento a outros fatores como: tempo de aquecimento adequado, excesso de peso corporal, fadiga muscular e reabilitação incompleta.

Para evitar a lesão é necessário fazer alongamento antes e depois de qualquer atividade esportiva, respeitar as limitações do seu corpo, observar as condições climáticas que interferem no desempenho dos exercícios e realizar atividades físicas regulares. “Quanto mais idade tivermos, mais alongamentos precisaremos, pois se os músculos estiverem curtos para o movimento necessário pode ocorrer o estiramento”, ressalta o médico.

O tratamento depende da intensidade da lesão: leve – exige de uma a duas semanas; moderado – de duas a seis semanas; grave – mais de seis semanas. “Se o tratamento for feito inadequadamente ou se o retorno ao esporte ocorrer antes da lesão estar completamente curada, surgirão sequelas”, alerta Reichmann.

Para amenizar o desconforto o paciente pode aplicar gelo no local da lesão, imobilizar a região, manter o membro erguido, fazer repouso, aplicar pomadas anestésicas e usar analgésicos e anti-inflamatórios. (MB Comunicação).

 

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