COLUNA ÉDER BOARO: Ela não consegue viver sem privilégios

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Eder Boaro – Instrutor Master Mind

ão bastassem todas as mazelas provocadas por Dilma Roussef na Presidência do Brasil, como a maior resseção da história do país, 14 milhões de desempregados e uma quantidade enorme de brasileiros inadimplentes, desalentados e, em alguns casos de desespero, cometendo até o suicídio, a ex-presidente ainda segue seu desejo voraz de viver às custas de um Estado achacado por uma carga tributária elevada para manter privilégios de toda a ordem.
Enquanto mandatária da nação, Dilma gastou, conforme publicado na Lei de Acesso a Informação, R$ 11,6 milhões em 35 viagens feitas nos anos de 2011 e 2012. Desse montante, R$ 433 mil foi desperdiçado em escalas feitas em países nos quais a presidente não tinha nenhum compromisso oficial, num verdadeiro turismo com os cofres públicos, como no episódio em que decidiu parar em Portugal após o Fórum de Davos, para saborear um prato que fora batizado em sua homenagem, o Bacalhau à Dilma. A farra com o dinheiro público conta ainda com o gasto em cartões corporativos em seu governo, na ordem de R$ 64milhões, regalia estendida a alguns ministros e assessores mais próximos. A fúria pelo gasto público não cessou com o fim do mandato. Só no primeiro semestre de 2017 entre diárias e passagens pelo mundo para propagar mentiras a respeito do impeachment, Dilma torrou R$ 520 mil.
Quanto a sua participação no comando da Petrobras, com a compra superfaturada da Refinaria de Pasadena, nos EUA, e depois como chefe do Executivo Federal no período do roubo bilionário a petrolífera, a população de Minas Gerais respondeu nas urnas com a sua derrota vergonhosa ao Senado, amenizando a dor na alma de um povo humilhado pela incompetência e imoralidade da petista que é ré no chamado “Quadrilhão do PT” por corrupção e lavagem de dinheiro. Essa semana, a ex-presidente solicitou na Comissão da Anistia, um pedido de pensão mensal de R$ 10.735,55 por “crimes sofridos” durante o regime militar, mas ignora as mortes cometidas por seu grupo de guerrilha chamado VAR Palmares, que tentava implantar a ditadura do proletariado no Brasil. Posso afirmar a senhora Dilma Roussef, que o único pagamento para ela, que o cidadão brasileiro descente faz questão de contribuir, é com a comida, uma cama e o banho de sol diário ao lado do seu mentor Lula, em Curitiba…