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COLUNA EDER BOARO: A questão é de postura!

Educação vem de berço. Cresci ouvindo meu pai proferir essa frase que parece ter se perdido no curso da história recente do Brasil. E infelizmente foi  justamente em um ambiente de educação formal, distante daqueles ensinamentos básicos que se deve receber em casa, que um atentado ao respeito coletivo foi protagonizado por um adulto despreparado para o convívio da sociedade.

O fato ocorreu na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na semana passada, quando um formando ao ser chamado para receber o diploma, levantou a toga e rebolou de costas para os convidados, utilizando salto alto e mostrando sua cueca dourada para uma plateia incrédula.

A opção sexual do aluno não pode ser objeto desse debate, porém, precisamos lembrar que não se combaterá qualquer preconceito, seja ele de raça ou gênero, atentando contra os bons costumes e as regras de decência que regem a coletividade.

Naquela plateia estavam crianças e senhoras de idade e, mesmo assim, foi permitido que toda a encenação do acadêmico, de péssimo gosto por sinal, fosse realizada com a maior naturalidade. A UFRGS já formou milhares de notáveis em seus quadros, dentre eles, muitos gays, porém, neste evento teve a liturgia do seu ambiente desrespeitada.

Urge questionarmos como nossos jovens estão entrando no mercado de trabalho após esse período acadêmico, pois esse é o perfil de muitos estudantes que preferem performar mostrando suas posições ideológicas e sexuais a manterem uma postura profissional condizente com o nível de expectativas. O mercado não avalia as preferências íntimas dos profissionais na hora da contratação, desde que o mesmo tenha postura adequada e produza com competência.

Esse desejo de se mostrar constantemente como uma minoria perseguida, tem afastado pessoas com potencial para fazerem brilhantes carreiras, que acabam ceifados das oportunidades, pela ideologia nefasta da vitimização e exposição a qualquer custo. Muitos são jovens, que nunca precisaram trabalhar, incentivados por professores, intelectuais e artistas, investidos de militantes políticos que lhes vendem uma ideia equivocada do contexto social, para barganha eleitoral da esquerda.

A luta contra esse tipo de atitude é árdua. Não faltarão comentários agressivos contra mim com adjetivos que não representam o meu pensar, porém, esse é o preço que a sociedade tem que pagar, caso decida travar uma luta contra essa minoria barulhenta, que não aceita o contraditório e busca cooptar nossos acadêmicos para implantar a política neo-marxista propagada por Gramsci…

Eder Boaro é instrutor Master Mind e colunista político

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