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2019, o ano em que os smartphones começaram a dobrar

Quando a década começou, o anúncio de smartphones novos era muito aguardado, porque trazia mudanças radicais em relação aos anos anteriores. Mas, conforme os anos caminharam, os smartphones começaram a se parecer cada vez mais com aqueles lançados no ano anterior.

O ano de 2019 foi um ponto fora da curva e várias mudanças aconteceram:

  • As telas cresceram com a redução das bordas;
  • Os celulares dobráveis chegaram com expressividade;
  • as câmeras se multiplicaram e ficaram mais inteligentes;
  • Fabricantes chinesas voltaram ao Brasil e a guerra comercial EUA e China impactou o mercado.

Os smartphones são os gadgets tecnológicos que mais usamos para fazer praticamente tudo: pegar um voo, pedir comida ou um carro, pagar uma conta, transferir dinheiro, ver uma série. Veja algumas das tendências que dominaram os lançamentos dos aparelhos neste ano, como eles mudaram e como conectaram consumidores no país.

Ano dos dobráveis

 

As telas dobráveis começaram a aparecer já no começo do ano, no principal evento de tecnologia para consumidores de 2019, a Consumer Electronic Show (CES).

Na ocasião foi apresentado o Flexpai, de uma fabricante chinesa chamada Royole. O aparelho causou furor por ser uma novidade, com as principais fabricantes ainda não tendo lançado modelos com essa tecnologia.

Na época, a Royole afirmou a intenção de levar telas dobráveis a outros produtos, como camisetas e chapéus.

A empresa foi seguida por outras. Poucos meses depois, Samsung e Huawei anunciaram seus próprios dobráveis, que eram meio tablet, meio smartphone.

O Galaxy Fold, que veio junto com o Galaxy S10, ainda em fevereiro, chegou com muito mistério. O dobrável da Samsung não estava disponível ao final do evento e o celular, embora apresentado oficialmente, não tinha sido visto por muitas pessoas.

Quando foi enviado para testes a jornalistas e influenciadores, diversas unidades começaram a apresentar problemas na tela e falhas que impossibilitaram o uso. Com os problemas, a empresa resolveu adiar o lançamento oficial e arrumar o telefone.

Mais tarde, o presidente da divisão de smartphones da fabricante, DJ Koh, disse que o lançamento foi feito “às pressas”.

O exemplo da Samsung reverberou na concorrente Huawei, que lançou o dobrável Mate X apenas alguns dias depois, durante o evento Mobile World Congress, em Barcelona. A chinesa protelou a chegada do dispositivo ao mercado por causa do que aconteceu com o Galaxy Fold.

No final do ano, quando os problemas já estavam menos latentes, foi a vez da Motorola reviver o famoso celular Razr V3. A empresa lançou um celular que dobra com tela à moda antiga: no meio, para ficar mais compacto no bolso — que era chamado de “flip”.

A Xiaomi também arriscou um modelo diferente. Em setembro a empresa lançou o Mi Mix Alpha, um smartphone com especificações parrudas e que era “abraçado” pela tela. Veja no vídeo abaixo, gravado quando a empresa mostrou o aparelho no Brasil. (Fonte G1).

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